Personagem histórico da semana: Capitão América
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Em 1941, a Marvel dava início a saga daquele que seria o herói símbolo dos Estados Unidos durante muito tempo, ostentando as cores americanas, o Bandeiroso, Capitão América!
Na trama, Steve Rogers era um jovem com muita vontade de auxiliar seu país durante a 2ª Guerra. Por ser franzino e não conseguir se alistar, aceitou participar do experimento do soro do supersoldado do Dr. Abraham Erskine que, em conjunto com os raios vita, resultou na sua transformação no sensacional Capitão América.

A origem do Capitão foi muito bem adaptada no longa Capitão América – O Primeiro Vingador, de 2011. Sabendo trabalhar muito bem a ideia de um Capitão América como jogada de marketing americana no auge da Segunda Guerra Mundial, com um paralelo bem interessante com a realidade da época, onde a necessidade de um alto número de soldados, fez com que o governo americano utilizasse da popularidade dos quadrinhos para tentar angariar pessoas em sua casa.
Sabemos que Capitão América é um dos maiores símbolos dos quadrinhos e que levanta uma bandeira tanto política quando social, isso ninguém dúvida, mas vocês já pararam para pensar o que representa cada um dos seus grandes vilões? O Capitão América sempre enfrentou vilões que ameaçavam a liberdade e tinham como plano de fundo a Segunda Guerra Mundial e os nazistas, a Guerra Fria com os comunistas e alguns capitalistas radicais, e claro, a Guerra Urbana.
Entre seus maiores inimigos, podemos citar a Madame Hidra e seu fascismo, querendo sempre moldar a sociedade de seu jeito, a Sociedade da Serpente que ameaça a liberdade, Soldado Invernal representando a ameaça Soviética, o Barão Von Strucker, Barão Zemo (pai e filho), Ossos Cruzados, Dr. Fausto, Armin Zola e, é claro, o Caveira Vermelha fechando a lista de nazistas, e como não citar o próprio governo americano? Onde diversas vezes o Bandeiroso foi contra as ordens fascistas do governo, como no mais conhecido  exemplo que acontece na HQ Guerra Civil, de 2006.

Capitão América nada mais é do que o espírito da liberdade, que vai muito além do limite territorial americano, pois onde alguém se sentir oprimido, ele fará o possível para ajudar.

Revisado por: Bruna Vieira.

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Calvo, Nerd, com sérios problemas mentais e psicológicos. Aceita um café?

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